
O mundo é maior quando a gente olha de perto.
Uma publicação que começa dentro da mata, para enxergar mais longe.
Autoria institucional. Uma publicação que nasce dentro da Floresta Amazônica e olha para o mundo.

Uma publicação que começa dentro da mata, para enxergar mais longe.

Árvores, alimentos e tempo no mesmo desenho. Um ponto de partida para entender os sistemas agroflorestais brasileiros.

Um roteiro para observar o terreno, delimitar o primeiro módulo e aprender antes de ampliar o plantio.

Começar por etapas, registrar despesas e separar desejo de compromisso ajuda a construir um projeto possível.

Banana, cupuaçu, cacau e outras plantas aparecem em experiências brasileiras. A seleção começa pelas condições do lugar.

Um roteiro de registro para transformar lembranças soltas em decisões que podem ser revistas.

A cobertura morta protege a superfície do solo e participa do manejo da água. Não é apenas um acabamento do canteiro.

A dimensão do tempo ajuda a entender por que uma agrofloresta não permanece igual depois da implantação.

Altura, copa e exigência de luminosidade entram na conversa sobre o arranjo agroflorestal.

Abrir luz e produzir biomassa são objetivos diferentes. A decisão depende da espécie, da fase do sistema e do manejo.

Identificação, origem e informação sobre o material importam mais que uma fotografia bonita de catálogo.

Um estudo amazônico ajuda a olhar para o autoconsumo, além da receita de venda.

A matéria orgânica participa da fertilidade. Colheitas e perdas também entram no balanço do sistema.

Chuva e manejo precisam ser observados na própria região. Um calendário encontrado na internet não é universal.

Uma pesquisa em Guapimirim, no Rio de Janeiro, documentou a trajetória de seis unidades familiares. O caso convida a olhar além do plantio.

Uma pesquisa no Pará acompanhou biodiversidade, solo e outros aspectos de sistemas com dendê.